Pedra no rim pode levar a perda do órgão? Descubra aqui - Instituto Lithos

Pedra no rim pode levar a perda do órgão? Descubra aqui

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Pedra no rim pode levar a perda do órgão? Descubra aqui

Falha nos rins

De acordo com o Centro de Referência em Saúde do Homem, pacientes com pedras nos rins têm 20 % de chances de desenvolver insuficiência renal crônica e ainda, dentre estes pacientes, 5% dos casos podem evoluir para diálise podendo chegar até à perda dos rins. Além disso, pesquisas mundiais já mostraram que 10% da população poderá sofrer com cálculo renal.

O que é? 

O cálculo renal, popularmente conhecida como pedra nos rins é uma massa sólida formada por pequenos cristais, que podem ser encontrados tanto nos rins quanto em qualquer outro órgão do trato urinário.

Existem vários tipos de cálculos renais, os mais comuns são: Cálculos de cálcio (cerca de 80%), Cálculos de cistina, Cálculos de estruvita e Cálculos de ácido úrico, sendo que um se diferencia do outro no que diz respeito à sua composição e principais características. Veja mais aqui.

Quais os perigos?

Quem apresentou cálculos renais uma vez, pode voltar a ter o problema novamente.

Na maioria dos casos, cerca de 85% , as pedras podem ser expelidas espontaneamente pela urina, sem necessidade de intervenção.

Nos casos graves, quando o paciente deixa de realizar o tratamento de forma adequada, alguns cálculos podem crescer muito em volume ou podem migrar e obstruir o fluxo de urina dos rins, podendo causar com o tempo,  a perda irreversível da função renal.

A paralisação de filtragem renal por alguma obstrução secundária a cálculos faz com que a urina estagnada no sistema urinário possa se contaminar e dar início a um quadro de infecção de extrema gravidade, inclusive com progressão para sepse, que é uma infecção generalizada.

Os cálculos requerem tratamento sempre que oferecerem algum risco à saúde do paciente, como obstrução urinária, infecção ou hematúria persistente (sangue na urina). A crise de cólica nefrética tem como principal sintoma a dor, normalmente aguda e intensa, com localização na região lombar com irradiação para o baixo ventre, testículo ou lábios vaginais. Esta pode vir acompanhada de náuseas e vômitos e não costuma melhorar com o repouso. Podem ocorrer ainda hematúria (sangue na urina), disúria (dificuldade para urinar), polaciúria (aumento da frequência urinária) e, algumas vezes, febre, que é um sintoma de alerta para infecções.

Como prevenir pedra nos rins?

A maioria dos cálculos ocorre quando o cálcio está combinado com as substâncias oxalato e fósforo. Também podem se formar a partir de ácido úrico. Promover medidas que reduzam a concentração destas substâncias na urina é essencial para impedir sua formação. Também é importante pesquisar se já houve casos na sua família, pois a tendência para o problema é normalmente uma herança genética.

Dicas:

Beber muita água e líquidos em geral;

– Não restringir o cálcio na dieta, utilizando-o de forma moderada;

– Reduzir a ingesta de sódio;

– Limite a proteínas animais;

– Evitar alimentos ricos em oxalato: beterraba, refrigerantes, chocolate, espinafre, chá e nozes, que podem contribuir para formação de pedras deste tipo nos rins

É importante salientar que você deve ficar atento aos sintomas que podem indicar pedra nos rins.

Como reconhecer os sintomas?

Dentre os sintomas salientamos:

– Cólica intensa que começa na região lombar e migra para outras áreas;

– Sangue na urina, mesmo se detectado apenas em exames de urina;

– Náuseas e vômitos durante as crises de dor;

– Vontade e fazer xixi a toda hora durante o período da crise;

Muitas vezes são assintomáticas, principalmente se estiverem localizada nos cálices renais. Pode ser que você só perceba os sintomas apenas quando seu corpo comece a expelir as pedras, o que lhe causará dor.

Os sintomas de perda da função renal geralmente são a redução do volume urinário, inchaço no corpo e mal estar geral. Estes já se manifestam em fases avançadas da insuficiência renal.

É importante ficar atento aos sintomas, caso perceba que algo não está certo procure o médico.

Além de ser importante fazer check-ups anuais para evitar surpresas desagradáveis e até problemas futuros.

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